quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Desrritmo.

Soprou-me verso em meu ouvido... fiz canção.
Darte-ei sã minha alma, para que tua e somente tua serei.
Já me basta o calor da tempestade e o assustador assombro das margens que se movimenta ao redor de suas águas...
Calada e cálida me apronto...
Sou o momento que te abraça...
Sou o vento que acaricia leve seu rosto e o colo que te faz dormir.
Dispo-me do todo que sou e me visto de tudo que és.
És para mim o encantamento do momento que vivi e a espera de teu abraço.
O que me dizes agora não sei...
O que lhe digo? Amor.

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